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Foto: Bira Soares/FCC

 

Na sexta-feira, dia 24 de maio, foi a vez do tema “Trabalhadores urbanos, empresariado e ditadura”, em debate no Ciclo Memória Movimentos Sociais e Direitos Humanos.

Quem lucrou com a ditadura? Qual o papel do empresariado nacional do golpe à montagem do aparato repressivo? Quais os impactos na vida dos trabalhadores que sofreram com denúncias e perseguições? O que restou do sindicalismo após o golpe? 

Essas e outras questões estiveram em discussão no debate que reuniu Diego Maggi (CEV-RIO), Marco Aurélio Santana (UFRJ), Pedro Campos (UFRRJ), Sebastião Neto (IIEP) e Victoria Basualdo (FLACSO), sob a coordenação de Geraldo Cândido (CEV-RIO). 

 
Diego Maggi é sociólogo, graduado pela UFF e mestre pelo PPGSA/UFRJ. Foi assessor da Comissão Estadual da Verdade do Rio de Janeiro, assessor da Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos do Rio de Janeiro e técnico do DIEESE. Desde janeiro de 2019 é Gerente de Projetos do Instituto Municipal de Informação e Pesquisa Darcy Ribeiro.
 
Marco Aurélio Santana é professor de Sociologia do IFCS e do PPGSA/UFRJ. Cursou graduação, mestrado e doutorado em Sociologia e Antropologia pela UFRJ, foi Diretor do IFCS/UFRJ, presidente da Associação Brasileira de Estudos do Trabalho e presidente da Comissão de Altos Estudos do Memórias Reveladas, no Arquivo Nacional. Atualmente é Diretor da Universidade da Cidadania (UC/UFRJ). 
 
Pedro Campos é doutor, mestre e graduado em História Social pela UFF. Em 2015, ganhou o prêmio Jabuti na área de Economia pelo livro "Estranhas Catedrais: as empreiteiras brasileiras e a ditadura civil-militar" (Eduff, 2014). Professor do Departamento de História da UFRRJ, atua no PPHR/UFRRJ e no Programa de Economia Política Internacional da UFRJ (PEPI). É ainda um dos coordenadores do Laboratório de Economia e História da UFRRJ (LEHI). 
 
Sebastião Neto é diretor do IIEP (Intercâmbio, Informações, Estudos e Pesquisas), membro da coordenação do Projeto de Memória da Oposição Sindical Metalúrgica de São Paulo e membro do Grupo de Trabalho da Comissão da Verdade do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), responsável pelo levantamento dos sindicalistas presos durante a ditadura militar no Brasil e dos sindicatos que sofreram intervenções.

Victoria Basualdo é mestre e doutora em História pela Universidade de Columbia. Atualmente, é pesquisadora do CONICET e coordenadora do Programa “Estudios del trabajo, movimiento sindical y organización industrial” na FLACSO Argentina e professora do Mestrado em Economia Política (FLACSO). É uma das coordenadoras do livro “Responsabilidad empresarial en delitos de lesa humanidad. Represión a trabajadores durante el terrorismo de estado” (Infojus, 2015), dentre outras publicações.
 
O ciclo “Memória, Movimentos Sociais e Direitos Humanos” foi coordenado pelo antropólogo José Sérgio Leite Lopes, junto aos pesquisadores Felipe Magaldi, Lucas Pedretti, Luciana Lombardo e Virna Plastino.
 

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