SELEÇAOMEMOV
 
O Colégio Brasileiro de Altos Estudos abre seleção para bolsista de Iniciação Científica para o  Programa de Memória dos Movimentos Sociais - Memov. As atividades principais serão sobre a formação de acervo no projeto de pesquisa “Movimentos cruzados e histórias específicas de operários e trabalhadores rurais. Análise comparativa dos ciclos de greves iniciados pelos metalúrgicos de São Paulo e do ABC paulista e pelos canavieiros de Pernambuco no final dos anos 70”. 
Mais informações sobre o projeto podem ser encontradas aqui: Movimentos cruzados, histórias específicas
 
Condições da bolsa
Área de graduação: Humanas, principalmente Ciências Sociais e História ( apenas alunos da UFRJ)
Valor da bolsa: R$ 400,00 
Duração da bolsa: 01/07/2019 a 30/06/2020
Horário: 20 horas semanais
 
Seleção
Candidatos devem enviar email com currículo e texto de intenções na participação do projeto até o dia 01 de julho, para o email: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.

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Na próxima sexta-feira, dia 17/05, a partir das 13h, será inaugurada a exposição “Rastros da Verdade: arquivos e memórias da Comissão da Verdade do Rio de Janeiro” no Colégio Brasileiro de Altos Estudos (CBAE/UFRJ). A exposição apresenta arquivos produzidos ou pesquisados ao longo dos dois anos e oito meses de trabalho da Comissão Estadual da Verdade do Rio de Janeiro, criada pela Lei 6335/12, e instalada em maio de 2013. A inauguração ocorre no contexto do ciclo “Memória, Movimentos Sociais e Direitos Humanos” promovido pelo Núcleo de Memória e Direitos Humanos do CBAE/UFRJ, que possui encontros semanais todas as sextas-feiras do primeiro semestre.

A exposição traz uma memória das políticas de memória que existiram no país nos últimos anos, a partir do caso da Comissão Estadual da Verdade do Rio de Janeiro. No Brasil, a criação da Comissão Nacional da Verdade (CNV) em 2012 abriu caminho para o surgimento de mais de uma centena de órgãos semelhantes em esferas estatais ou pelas mãos da sociedade civil. Os relatórios e acervos destas comissões são documentos de um tempo em que se jogou luz sobre as violências da ditadura, na contramão de um esquecimento forçado que por décadas foi questionado apenas por familiares de mortos e desaparecidos, ex-presos políticos e movimentos sociais.

Hoje, como reação aos debates levantados naquele momento, o negacionismo volta a ganhar força. É nesse contexto que a exposição busca incidir, ao colocar em evidência o esforço coletivo de luta por memória, verdade, justiça e reparação representado pelas comissões da verdade.

 

 

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