Programa Futuros – Cursos com inscrições abertas

4º Bimestre 2024 – inscrições abertas

O Programa Futuros, do Colégio Brasileiro de Altos Estudos da UFRJ foi criado em setembro de 2022, durante a celebração do bicentenário da Independência do Brasil. Ele surgiu como resposta às discussões da Conferência Internacional dos Amanhãs Desejáveis e das reflexões do Programa de Cátedras do CBAE. O Programa Futuros oferece o Programa de Formação e Transformação em Futuros, que integra disciplinas de pós-graduação para atender à demanda de formação de profissionais de nível superior, incluindo empresas públicas. Aberto à comunidade acadêmica da UFRJ e outras universidades, o programa também é destinado a estudantes de pós-graduação, recém-doutores, graduandos, profissionais e gestores públicos, bem como a profissionais de empresas públicas ou privadas que buscam atualização na reflexão sobre Futuros.

Disciplinas stricto sensu – mestrado e doutorado:

4º Bimestre – previsto para outubro

Fronteiras e Futuros da Biologia e Medicina – inscrições abertas

Futuros Regenerativos – inscrições abertas

História da Tecnologia – inscrições abertas

Políticas de Segurança / Geopolítica – inscrições abertas

Mudanças Climáticas e Gases de Efeito Estufa – inscrições abertas

Governança e a Agenda Socioambiental no Brasil – inscrições abertas

*Os cursos, disciplinas e debates oferecidos pelo Colégio Brasileiro de Altos Estudos da UFRJ são financiados com recursos públicos e sem custos aos mestrandos, doutorandos e ouvintes, inscreva-se com responsabilidade. Embora disponibilizemos transmissões online, recomendamos fortemente a participação presencial.

Dúvidas e outras informações:

Entre em contato: cbae@forum.ufrj.br

Ciclo de debates – Darcy Ribeiro desenvolvimento, soberania, democracia e educação híbrido

21 AGO – SEX – 14h/17h

Cátedra Darcy Ribeiro

APRESENTA

Ciclo de debates – Darcy Ribeiro desenvolvimento, soberania, democracia e educação.

Campo Intelectual Brasileiro na Segunda Metade do Século XX e Darcy Ribeiro: Álvaro Vieira Pinto, Florestan Fernandes, Guerreiro Ramos, Paulo Freire.  

A mesa-redonda dá prosseguimento a Ciclo de Debates promovido pela Cátedra Darcy Ribeiro tendo por foco as análises que marcaram o campo intelectual brasileiro nos anos 1950-1970 nas quais Darcy Riberio, Álvaro Vieira Pinto, Guerreiro Ramos e Paulo Freire ocuparam posição singular através de reflexões sobre possibilidades de futuro econômico e  político do Brasil e a superação de desigualdades sociais estruturais.

Participantes:

  • Leonardo Maia Machado (UFRJ) 
  • Diogo Valença Costa (UFRB)
  • Luiz Eduardo Motta (UFRJ)
  • Aristóteles Berino (UFRRJ)

Mediação:

  • Lia Ciomar Faria (UERJ)

 Online:

Informações de participação e transmissão on-line serão enviadas aos inscritos. [https://us02web.zoom.us/j/84270104506]

Presencial

Espaço Castro, Lessa e Conceição do Colégio Brasileiro de Altos Estudos, Avenida Rui Barbosa, 762 — Flamengo, Rio de Janeiro

Transmissão:

Canal do Colégio Brasileiro de Altos Estudos da UFRJ no YouTube

*Dúvidas relacionadas a assuntos educacionais: solangejorge@forum.ufrj.br

CRIATIVOS! – Pensar, Fazer: Encontro Inaugural do Think and Do Tank em Cultura, Economia Criativa e Tecnologia Aplicada

19 AGO – QUA – 14H

CRIATIVOS, Pensar, Fazer: 70 especialistas conectados e convocatória aberta para rede global de pesquisa aplicada

O Portal CRIATIVOS consolida uma nova fase de expansão. A iniciativa passa a operar sob o conceito CRIATIVOS, Pensar, Fazer — estruturado como um laboratório vivo (think and do tank) voltado ao desenvolvimento de teses, debate de ideias e execução de realizações nos campos da Cultura, Economia Criativa e Tecnologia Aplicada.

Para dar suporte a essa infraestrutura de inteligência e ação, a iniciativa já conta com a adesão de 70 pesquisadores, gestores e especialistas. Com essa base consolidada, o CRIATIVOS, Pensar, Fazer abre convocatória para ampliar sua rede internacional de cooperação.

O objetivo é conectar acadêmicos, gestores e instituições globais na formulação de pesquisa aplicada, regulação de inteligência artificial, proteção de propriedade intelectual e novos modelos para a economia criativa.

A chamada pública segue aberta para pesquisadores e agentes da cadeia produtiva no Brasil e no exterior.


Presencial:

Espaço Castro, Lessa e Conceição do Colégio Brasileiro de Altos Estudos da UFRJ, Av. Rui Barbosa, 762 – Flamengo, Rio de Janeiro.

Online:

Informações de participação e transmissão on-line serão enviadas aos inscritos.

Transmissão:

Canal do Colégio Brasileiro de Altos Estudos da UFRJ no YouTube

Programacao completa para download

Insumos agropecuários e políticas públicas na América Latina Inovações, regulações e desafios – Seminário internacional

10 E 11 – NOV

Apresentação:

Na América Latina e no Caribe, os insumos agropecuários estão, mais do que nunca, no centro dos debates sobre o futuro dos sistemas agroalimentares. Os fertilizantes e os pesticidas, em particular, estão no cerne de questões sanitárias, ambientais e econômicas. Num contexto geopolítico incerto, eles são também objeto de buscas crescentes por autonomia e soberania. Os Estados se esforçam, por meio de diferentes tipos de políticas e instrumentos, para enquadrar, regular, mas também promover seus usos. Eles se engajam, em particular, no desenvolvimento e na promoção dos bioinsumos, conjunto de tecnologias alternativas aos insumos de síntese.

Este evento internacional visa fazer um balanço das modalidades de ação dos Estados da América Latina e do Caribe em torno dos insumos agropecuários. Reunirá especialistas de diversos países da região, para debater as dinâmicas em curso, as perspetivas e os desafios no centro das transições atuais e futuras. O evento abordará os papéis que podem desempenhar os Estados, os atores da pesquisa e do desenvolvimento agropecuário, as indústrias, os/as agricultores/as, e o conjunto dos atores dos sistemas agroalimentares nos usos racionais e inovadores dos insumos agropecuários. As experiências nacionais serão compartilhadas e colocadas em discussão, na presença acadêmicos, administrações públicas, organizações regionais e internacionais, representações da industria e de movimentos sociais. Este evento internacional promoverá intercâmbios entre atores de diferentes horizontes e diferentes países da América Latina e do Caribe. Ele está aberto a todos os tipos de público — estudantes, pesquisadores, formuladores de políticas públicas, empreendedores, sociedade civil, etc. – interessados na transformação e no estudo das tecnologias e dos sistemas agroalimentares.

Presentación en español

Insumos agropecuarios y políticas públicas en América Latina. Innovaciones, regulaciones y desafíos:

Seminario internacional, 10 y 11 de noviembre de 2026
Participación gratuita, previa inscripción: link
El evento también se transmitirá en el canal de YouTube del CBAE/UFRJ

En América Latina y el Caribe, los insumos agropecuarios están más que nunca en el centro de los debates sobre el futuro de los sistemas agroalimentarios. Los fertilizantes y los plaguicidas, en particular, se encuentran en la encrucijada de desafíos sanitarios, ambientales y económicos. En un contexto geopolítico incierto, son asimismo objeto de crecientes aspiraciones de autonomía y soberanía. Los Estados se esfuerzan, mediante diferentes tipos de políticas e instrumentos, por encuadrar y regular, pero también promover, sus usos. Se comprometen, en particular, con el desarrollo y la promoción de los bioinsumos, conjunto de tecnologías alternativas a los insumos de síntesis química.

Este evento internacional tiene como objetivo hacer un balance de las modalidades de acción de los Estados de América Latina y el Caribe en torno a los insumos agropecuarios. Reunirá a especialistas de diversos países de la región para debatir las dinámicas en curso, las perspectivas y los desafíos en el centro de las transiciones actuales y futuras. El evento abordará los papeles que pueden desempeñar los Estados, los actores de la investigación y del desarrollo agropecuario, las industrias, los/las agricultores/as y el conjunto de los actores de los sistemas agroalimentarios en los usos racionales e innovadores de los insumos agropecuarios. Las experiencias nacionales serán compartidas y puestas en discusión, en presencia de académicos, administraciones públicas, organizaciones regionales e internacionales, representantes de la industria y de movimientos sociales. Este evento internacional promoverá intercambios entre actores de diferentes horizontes y de distintos países de América Latina y el Caribe. Está abierto a todo tipo de público – estudiantes, investigadores, formuladores de políticas públicas, emprendedores, sociedad civil, etc. – interesado en la transformación y el estudio de las tecnologías y de los sistemas agroalimentarios.


Presencial:

Espaço Castro, Lessa e Conceição do Colégio Brasileiro de Altos Estudos da UFRJ, Av. Rui Barbosa, 762 – Flamengo, Rio de Janeiro.

Online:

Informações de participação e transmissão on-line serão enviadas aos inscritos. [https://us02web.zoom.us/j/89468212779]

Transmissão:

Canal do Colégio Brasileiro de Altos Estudos da UFRJ no YouTube

*Dúvidas relacionadas a assuntos educacionais: solangejorge@forum.ufrj.br

Seminário Mulheres na História da Filosofia – Online

13 AGO A 26 NOV – QUI – 15H/18H

Cátedra Quantas Filósofas?

Apresentação:

O seminário recupera a história das mulheres filósofas por meio da formulação de conceitos metodológicos de análise historiográfica aplicados à obra de filósofas. Entre esses conceitos estão cânone, narrativas intertextuais, biografia, gatekeeping, legitimação, legado, acesso à publicação, originalidade, sistematicidade, institucionalização, práticas não convencionais de filosofia, estratégias de contrafogo, interdisciplinaridade, gêneros literários e rupturas historiográficas.

A proposta é elaborar uma caixa de ferramentas aplicável a diferentes contextos, capaz de recuperar e evidenciar a contribuição filosófica das mulheres ao longo da história. O seminário contará com participantes que abordarão a obra de diferentes filósofas.

Coordenação:

  • Teresa Rodriguez (UNAM)
  • Carolina Araújo (UFRJ)

Convidadas confirmadas:

  • Ana Rieger Schmidt (UFRGS), Carmel Ramos (UERJ), Flávia Benevenutto (UFAL), Maria Fernanda Novo (UFRJ), Mayra Huerta (Universidade Autônoma de Puebla), Mitieli Seixas (UFSM), Nastassja Pugliese (UFRJ), Simone Marinho (UEPB), Telma Birchal (UFMG), Yara Frateschi (Unicamp).

Sobre o curso:

Formato das aulas

  • Cada aula terá como eixo um conceito metodológico, trabalhado à luz da contribuição de uma filósofa. O objetivo é demonstrar como esse conceito pode ser empregado na prática interpretativa e quais resultados podem ser alcançados por meio de sua aplicação.
  • Carga horária: 45 h/a

Requisitos para inscrição

  • O seminário é destinado a pessoas graduadas com experiência na área de História da Filosofia. Para a candidatura, será necessário enviar o diploma de graduação e uma carta de apresentação.

Avaliação

A avaliação compreenderá:

  • frequência mínima de 75% das aulas;
  • elaboração de um ensaio monográfico sobre um dos conceitos metodológicos trabalhados no seminário, aplicado à obra de uma filósofa, a ser entregue ao final do curso.

Programa completo para download

Online:

Informações de participação e transmissão on-line serão enviadas aos inscritos.

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Sobre a estrutura da fé na Antiguidade Tardia

11 AGO – TER – 17H

Apresentação

Que princípio articulava a unidade do social na Antiguidade Tardia?

Esta mesa propõe inverter essa pergunta. Em vez de buscar um princípio unificador, interessa compreender como essa unidade foi construída.

A investigação parte da constatação de uma redundância estrutural entre as funções antropológicas tradicionalmente atribuídas ao direito e à religião — aquela cisão de um princípio unitário de soberania em dois domínios simultaneamente antitéticos e complementares, identificada por Georges Dumézil — e da premissa de que as construções normativas estão profundamente ligadas a representações inconscientes.

A discussão examinará de que modo a teologia patrística, por meio de seus credos, de seus dispositivos discursivos e de seu escrutínio incessante de um Deus que, na encarnação, se revelava faltante, foi cerimonialmente apropriada e convertida em um conjunto de ícones socialmente disponíveis. Esses dispositivos passaram a produzir efeitos de verificação análogos aos do direito, contribuindo para a constituição da ordem social do Império.

Sob essa perspectiva, a unidade do social aparece não como um dado, mas como o efeito de uma encenação capaz de tornar o poder simbolicamente suportável e, ao mesmo tempo, de submeter os sujeitos a uma ordem enunciada em nome de um Outro.

Poderá o exame desse momento decisivo da formação da matriz teológico-política — cuja permanência foi interrogada por Claude Lefort — restituir à estrutura fiduciária da sociedade seu caráter de acontecimento histórico, e não de destino?

Exibição de filme

La Fabrique de l’homme occidental (trechos)

Apresentação: Sonia Altoé (UERJ)

A sessão será aberta com a exibição de trechos do documentário La Fabrique de l’homme occidental, dirigido por Gérald Caillat em colaboração com o filósofo Pierre Legendre (1930–2023).

La Fabrique de l’homme occidental é um documentário singular que percorre as instituições do Ocidente para investigar os fundamentos antropológicos que estruturam nossas sociedades. Ao mesmo tempo em que evidencia as extraordinárias conquistas científicas e tecnológicas do mundo ocidental, revela também o enfraquecimento de sua capacidade de interrogar os próprios fundamentos.

O filme mostra que a formação do ser humano não se reduz à reprodução biológica das linhagens. Nenhuma sociedade se constitui sem narrativas, música, rituais, coreografias ou grandes monumentos religiosos, jurídicos ou poéticos. Instituir a vida — esta é a ideia central que atravessa o filme e que, segundo Pierre Legendre, constitui uma tarefa compartilhada por toda a humanidade.

“Espaços infinitos, ciências abundantes, superabundância industrial, mas também o terror de viver, o indivíduo perecível e os deuses, também mortais. Incansável e solitária, a humanidade jamais se nega. Vive, morre sem contar. Mas produzir carne humana não basta para viver; a humanidade precisa de uma razão para viver.” Pierre Legendre

Apresentação

  • Emanuel Fiano (Fordham University)

Mesa de discussão

  • Juliana Neuenschwander Magalhães (UFRJ), Márcio Goldman (UFRJ), André Leonardo Chevitarese (UFRJ), João Nara (UFRJ)

Presencial:

Espaço Castro, Lessa e Conceição do Colégio Brasileiro de Altos Estudos da UFRJ, Av. Rui Barbosa, 762 – Flamengo, Rio de Janeiro.

Online:

As informações de participação e acesso às atividades on-line serão enviadas aos inscritos.

Transmissão

Canal do Colégio Brasileiro de Altos Estudos da UFRJ no YouTube

II Mostra Patrícia Acioli – Testemunhos e acervos: construindo Justiça pela Memória

10, 11 E 12 – AGO – 9H/16H

A II Mostra Patrícia Acioli reúne pesquisadores, artistas, gestores públicos, defensoras e defensores de direitos humanos para compartilhar experiências, pesquisas e iniciativas dedicadas à preservação da memória, ao fortalecimento da justiça e à promoção dos direitos humanos.

Programação

EXPOSIÇÃO IMERSIVA “PATRÍCIA” – 10 a 14 de agosto, das 9h às 16h

  • Curadoria: Bia Lessa

Dia 1 – 10 de agosto

10h — Abertura

10h40 — Palestra: Legado de Patrícia Acioli e Desafios da Justiça no Brasil

  • Desembargadora Adriana Ramos Mello — EMERJ e ENFAM

11h30 — Homenagem à Patrícia Acioli

  • 15 anos de memória e legado e visita à exposição imersiva “Patrícia”, com curadoria de Bia Lessa.

14h às 15h30 — Mesa 1: Construir para não esquecer

  • Relatos de experiências sobre a pesquisa e a constituição do acervo de Patrícia Acioli, reunindo elementos biográficos e audiovisuais que preservam a trajetória da juíza.
  • Debora Guimarães — Escritora da biografia de Patrícia Acioli e pesquisadora da CPA/UFRJ
  • Humberto Nascimento — Diretor do documentário Juíza do Povo
  • Mediação: Jade Hodara Moreira Fernandes — Pesquisadora da CPA/UFRJ

16h às 17h30 — Mesa 2: Do luto às lutas de mulheres por justiça

  • Diálogo sobre pesquisas e experiências de mulheres periféricas na defesa do acesso à justiça e à memória coletiva.
  • Raphaela Jahara — Defensora Pública e autora do livro Vozes Invisíveis
  • Ana Paula Oliveira — Fundadora e coordenadora do movimento Mães de Manguinhos; pesquisadora do Projeto de Pesquisa e Extensão Luta Antimanicomial e Feminismos/UFRJ
  • Mediação: Prof. José Augusto Garcia (UERJ) — Defensor Público

17h30 — Coquetel de encerramento

Dia 2 – 11 de agosto

9h às 10h30 — Mesa 3: Processos criativos e a reinvenção do sujeito

  • Experiências que demonstram o potencial da arte e da literatura como instrumentos de reconstrução de trajetórias, produção de memória e afirmação da dignidade no sistema prisional.
  • Paulo Roberto Tonani — Professor do PPGCL/UFRJ e coordenador do projeto Literatura no Cárcere
  • Odir Santos — Artista plástico e líder de projeto de apoio a egressos do sistema prisional
  • Mediação: Felipe Lima — Professor e pesquisador da CPA/UFRJ

10h45 às 12h30 — Mesa 4: Arte, arquitetura e memória

  • Apresentação de experiências desenvolvidas na Maré que articulam memória, arte colaborativa e arquitetura forense como instrumentos de documentação, denúncia e busca por justiça.
  • Júlia Leal — Pesquisadora do Observatório do Feminicídio e da CPA/UFRJ
  • Tainá Alvarenga — Coordenadora do Eixo de Segurança da Redes da Maré e pesquisadora da CPA/UFRJ
  • Mediação: Leonardo J. Melo — CPA/UFRJ

13h45 às 15h30 — Mesa 5: Geração cidadã de dados

  • Metodologias participativas de produção de dados e pesquisas comunitárias, tendo como referência os dez anos do projeto De Olho na Maré e a pesquisa MAROPEA.
  • Camila Barros Moraes — Pesquisadora da CPA/UFRJ e Redes da Maré
  • Arthur Dóring — Raízes em Movimento
  • Mediação: Gilberto Vieira — Pesquisador PUC-PR, cofundador do data_labe

Dia 3 – 12 de agosto

14h — Sessão solene – Lançamentos e premiação do Observatório do Feminicídio do Rio de Janeiro.

  • Abertura — Vice-Reitoria da UFRJ, Ouvidoria da Mulher da UFRJ, Secretaria de Estado da Mulher e Políticas de Inclusão
  • Lançamento do I Relatório Técnico Anual do Observatório do Feminicídio do Rio de Janeiro
  • Cerimônia de entrega do Prêmio e da Menção Honrosa da I Jornada de Iniciação Científica do Observatório do Feminicídio do Rio de Janeiro — I JICOFRJ
  • Lançamento do Portal de Dados do Observatório do Feminicídio do Rio de Janeiro

Coordenação: Cristiane Brandão, Professora da FND/UFRJ, coordenadora do Observatório do Feminicídio do Rio de Janeiro e Miriam Krenzinger, Professora da ESS/UFRJ, coordenadora do Observatório do Feminicídio do Rio de Janeiro e da Cátedra Patrícia Acioli/UFRJ

Comissao organizadora: Andréa Martins, Eliana Sousa Silva, Geisa Lino, João Marques, Leonardo J. Melo, Luiz Eduardo Soares, Miriam Krenzinger, Miriam Maia, Mônica Atalla e Rossana Vidal.

Apoio institucional: Colégio Brasileiro de Altos Estudos, Projeto Memorial Multimídia Patrícia Acioli, Observatório do Feminicídio do Rio de Janeiro, Fórum de Ciência e Cultura, Fundação José Bonifácio e Redes da Maré.

Folder da programação completa para download.

Presencial:

Colégio Brasileiro de Altos Estudos da UFRJ, Av. Rui Barbosa, 762 – Flamengo, Rio de Janeiro.

O Making da Metrópole no Turbilhão da Crise da Globalização

4 SET – SEX – 9H/18H

Cátedra Francisco de Oliveira – Aceleração Algorítmica, Democracia e Trabalho

APRESENTA

O Making da Metrópole no Turbilhão da Crise da Globalização – O Rio de Janeiro: 30 Anos depois do Planejamento Estratégico e 10 anos depois das Olimpíadas, entre catástrofe e adaptação.

Em meados dos anos 1990, o Rio de Janeiro começou a enfrentar o desafio de se situar em um mundo cada vez mais globalizado, no qual as grandes metrópoles passavam a ocupar um lugar central nas estratégias de desenvolvimento. Importou-se o método do planejamento estratégico inspirado na experiência da Barcelona pós-franquista, enquanto o conceito de Cidade Global parecia alimentar um pensamento único sobre o futuro urbano. Vieram o Favela-Bairro, o Rio Cidade e os megaeventos, acompanhados das grandes infraestruturas de sempre: o Porto de Sepetiba, o Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (COMPERJ), o Arco Metropolitano e, mais tarde, o PAC e a tentativa de “pacificação”. Em 2013, o megamovimento das jornadas de junho abalou esse modelo de gestão da cidade, sem, contudo, conseguir se institucionalizar. O seminário propõe fazer um balanço desse ciclo e perguntar se parte significativa dos problemas dramáticos que o Rio enfrenta hoje não decorre justamente das falhas daquelas escolhas.

Coordenação:

Giuseppe Cocco – Títular da Cátedra:

Atualmente é Professor Titular da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), vinculado aos Programas de Pós-Graduação em Comunicação e Cultura e em Ciência da Informação (ECO-IBICT).  É graduado em Ciência Política pela Université de Paris 8, mestre em Ciência, Tecnologia e Sociedade pelo Conservatoire National des Arts et Métiers, e possui mestrado e doutorado em História Social pela Université de Paris I (Panthéon-Sorbonne). Realizou estágio pós-doutoral no Departamento de Estudos Psicossociais da Birkbeck, University of London (2017–2018). É “Cientista do Nosso Estado” (FAPERJ). Cocco coordena o Laboratório de Território e Comunicação (LABTeC) e é membro fundador da rede Universidade Nômade Brasil. Também é editor das revistas Lugar Comum e Multitudes (Paris). Sua pesquisa se concentra em trabalho, capitalismo digital, transformações urbanas e teoria política no Sul Global. Entre suas publicações estão GlobAL: Biopoder e lutas em uma América Latina globalizada (com Antonio Negri, 2005), MundoBraz (2009), KorpoBraz (2014) e New Neoliberalism and the Other: Biopower, Anthropophagy, and Living Money (com Bruno Cava, Lexington, 2018).


Felipe Fortes – Pesquisador Pós-Doutor:

É bacharel, mestre e doutor em Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), Brasil. Atualmente é pesquisador de pós-doutorado (FAPERJ) no Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Cultura da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), onde desenvolve pesquisa sobre o pensamento de Antonio Negri e sua relação com o Brasil e o Sul Global. É membro dos grupos de pesquisa Laboratório de Território e Comunicação (LABTeC) e da rede Universidade Nômade Brasil. Também é editor da revista Lugar Comum


Carolina Salomão – convidada:

Doutora em Psicologia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. Possui graduação em Comunicação Social pela mesma instituição. É Mestre em Psicologia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (2010). É membro pesquisadora do Núcleo Interdisciplinar de Memória, Subjetividade e Cultura (NIMESC/PUC-Rio). Foi Bolsista Capes (2008-2010); CNPq (2012-2014) e Bolsista Nota 10 Faperj (2014/2016). É pesquisadora colaboradora da revista Lugar Comum (Rede Universidade Nômade). Atualmente, faz parte do Laboratório Território e Comunicação (LABTeC/UFRJ) que integra, de forma mais ampla, a Rede de Laboratórios Moitará .Tem interesse de pesquisa nas temáticas da juventude, trabalho, política e metodologia em Ciências em Humanas. Em 2018, publicou pela Editora PUC o livro ?Precariedade e resistência: a metrópole como palco das lutas sociais? fruto das reflexões de sua tese de doutorado.


Programação:

10h–11h – Mesa 1 — A Cidade-Floresta

  • A floresta vai virar cidade, a cidade vai virar floresta: design dos meios – Barbara Szaniecki — Esdi/UERJ
  • Oficina Território de Paraty – Mariana Costard — Esdi/UERJ
  • Jardins em carne viva: o comum como cultivo – Guto Santos — PROURB/UFRJ

11h–13h – Mesa 2 — O Rio de Janeiro no turbilhão da desglobalização

  • A disputa pelo espaço no Rio de Janeiro – William Bueno — UFF e Círculo Laranja
  • Aspiro ao grande labirinto: reflexão sobre os descaminhos urbanísticos do Rio de Janeiro no século XXI – Clarissa Moreira — Departamento de Urbanismo/UFF
  • Do you remember… o Porto de Sepetiba? – Gerardo Silva — UFABC

14h–15h – Mesa 4 –

  • O chip e a metrópole: litografia, diagrama e inteligência artificial – Felipe Fortes — PPGCOM/UFRJ e Carolina Salomão — LABTeC/UFRJ
  • Entre Baltimore e Nova Orleans: imagens-cidade da crise metropolitana em The Wire e Treme – Luís Felipe Teves — Departamento de Direito/UNIFESO e UNISUAM

15h–16h – Mesa 5 — A Cidade e a Crise da Democracia

  • Brasil: a importância da cidade para a sua democracia – Marcelo Burgos — PUC-Rio
  • Confrontos contemporâneos: entre urbanismo de guerra e circuitos de sobrevivência – Pedro Cláudio Cunca Bocayuva

17h–19h – Mesa 6 –

  • Da resistência às remoções de favelas a Junho de 2013
  • Giuseppe Cocco — UFRJ, Alexandre F. Mendes

Presencial:

Espaço Castro, Lessa e Conceição do Colégio Brasileiro de Altos Estudos da UFRJ, Av. Rui Barbosa, 762 – Flamengo, Rio de Janeiro.

Online:

As informações de participação e acesso às atividades on-line serão enviadas aos inscritos.

Glossário para a cidade do nosso futuro com esperança – Lançamento do livro e debate

6 AGO – QUI – 8H30

Apresentação

O Colégio Brasileiro de Altos Estudos da UFRJ promove o lançamento do livro Glossário para a cidade do nosso futuro com esperança, organizado e editado por Thereza Christina Couto Carvalho. A publicação reúne 61 artigos e verbetes elaborados por pesquisadores, professores, artistas e consultores de diferentes instituições, propondo um amplo mapeamento conceitual das relações entre cidade, natureza e sociedade. O encontro contará com a participação de autoras e pesquisadoras que debaterão os desafios urbanos, sociais e ambientais do presente e as possibilidades de construção de futuros mais sustentáveis, inclusivos e justos.

Participantes

  • Thereza Christina Couto Carvalho
    Escola de Arquitetura e Urbanismo e Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal Fluminense – EAU/PPGAU/UFF.
  • Ana Célia Castro
    Colégio Brasileiro de Altos Estudos da Universidade Federal do Rio de Janeiro – CBAE/UFRJ.
  • Ana Cláudia Duarte Cardoso
    Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal do Pará – FAU/UFPA.
  • Diana Meirelles da Motta
    Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada – Ipea.
  • Zhifang Wang
    College of Architecture and Landscape Architecture, Peking University – Universidade de Pequim.

Presencial

Espaço Castro, Lessa e Conceição do Colégio Brasileiro de Altos Estudos, Avenida Rui Barbosa, 762 — Flamengo, Rio de Janeiro

Transmissão:

Canal do Colégio Brasileiro de Altos Estudos da UFRJ no YouTube

Censo Demográfico 2022: O Brasil em Transformação — Fundamentos Conceituais, Horizontes Analíticos e Reflexões

27 JUL – SEG – 9H/18H

Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Políticas Públicas, Estratégias e Desenvolvimento – INCT/PPED

Escola Nacional de Ciências Estatísticas – ENCE/IBGE

APRESENTAM

Workshop III – Relatórios de Subprojetos de Pesquia

O Projeto Censo Demográfico 2022 aprofunda a análise dos dados censitários para compreender as transformações sociais, econômicas, territoriais e ambientais do Brasil.

Por meio de estudos, seminários, publicações e ações de difusão, o projeto fortalece o uso das estatísticas públicas na pesquisa, no debate público e na formulação de políticas. O Workshop III reúne pesquisadores e especialistas para discutir resultados, abordagens e possibilidades analíticas construídas a partir do Censo Demográfico 2022.

Aqui Tem Censo!

Visite o site Aqui Tem Censo e conheça o Projeto Censo 2022, uma investigação multidimensional sobre as transformações do Brasil e suas implicações para as políticas públicas.

projetocenso22.com.br

Programação:

9h–9h40 – Mapeamento das desigualdades espaciais produtivas no Brasil: evidências empíricas multidimensionais a partir do Censo de 2022 [Página do subprojeto]

  • Autores: Georges Flexor e Bianca Vasconcellos
  • Comentários: Paulo Jannuzzi, diretor do Centro de Colaboração Interinstitucional de Inteligência Artificial Aplicada às Políticas Públicas (CIAP-UFG/Unicamp/IBGE)
  • Debates: Estela Neves

9h40–10h20 – Contextos e trajetórias da escolarização brasileira a partir dos dados do Censo Demográfico (2000–2022) [Página do subprojeto]

  • Autores: Jianne Ines Fialho Coelho, Maria Michelle Fernandes Alves, Breynner Ricardo de Oliveira, Márcio Vinícius de Oliveira e Denilson Junio Marques Soares
  • Comentários: Bernardete Gatti, Cátedra Alfredo Bosi de Educação Básica, Instituto de Estudos Avançados da Universidade Estadual de São Paulo*

Coffee break

10h30–11h10 – A Nova Realidade do Mercado de Trabalho e o Futuro da Economia Brasileira [Página do subprojeto]

  • Autor: Francisco Eduardo Pires de Souza
  • Comentários: Carlos Frederico Leão da Rocha, diretor do Instituto de Economia da UFRJ

11h10–11h50 – Mudanças tecnológicas e retração da proteção social: impactos no mercado de trabalho e nos benefícios contributivos [Página do subprojeto]

  • Autores: Arnaldo Provasi Lanzara, Yuri Oliveira Lima, Bruno Salgado Silva e Renato Boschi
  • Comentários: Jorge Abrahão de Castro, coordenador-geral da Escola Nacional de Ciências Estatísticas do IBGE

11h50–12h30 – O Ataque ao Censo Demográfico de 2022 [Página do subprojeto]

  • Autora: Paula Carvalho
  • Comentários: César Marques, coordenador-geral adjunto da Escola Nacional de Ciências Estatísticas

Almoço

14h–14h40 – Solução de Deep Learning com Google Street View para Geração de Indicadores Urbanísticos Contínuos [Página do subprojeto]

  • Autor: Fillipi Nascimento
  • Comentários: Paulo Ferrão, Instituto Superior Técnico da Universidade de Lisboa e presidente do IN+

14h40–15h20 – Mosaicos de Áreas Protegidas: delineando vias inovadoras para a integração de políticas públicas no âmbito da agenda da sociobiodiversidade no Brasil [Página do subprojeto]

  • Autores: Marta de Azevedo Irving, Thais Moreno Soares, Renata Amorim Almeida Fonseca, Yasmin Xavier Guimarães Nasri e Marcelo Augusto Gurgel de Lima
  • Comentários: Breno Coelho, gerente do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade para a Região Sudeste*

Coffee break

15h30–16h10 – Integração de Informações sobre Ambientes e Territórios Indígenas e Quilombolas a partir do Censo de 2022 [Página do subprojeto]

  • Autor: Felipe Rangel Tavares
  • Comentários: Francisco Duarte, tecnologista no Complexo Econômico-Industrial da Saúde do Ministério da Saúde

16h10–16h50 – Violência contra a Mulher: Integração de Dados do Cadastro Único, do Tribunal de Justiça do Estado de Sergipe e do Programa CMais Mulher, em combinação com o Censo Demográfico 2022 [Página do subprojeto]

  • Autores: Kleber Oliveira, Paulo de Martino Jannuzzi e Joice Soares
  • Comentários: Juliana Neuenschwander Magalhães, professora titular de Sociologia Jurídica e História do Direito na Faculdade de Direito da Universidade Federal do Rio de Janeiro

16h50–17h30 – Dois retratos sobre a migração no Brasil: a partir dos resultados do Censo Demográfico 2022 e de uma perspectiva cinematográfica [Página do subprojeto]

  • Autora: Paula Alves
  • Comentários: Fábio Sá Earp, Instituto de Economia da UFRJ

Presencial:

Espaço Castro, Lessa e Conceição do Colégio Brasileiro de Altos Estudos da UFRJ, Av. Rui Barbosa, 762 – Flamengo, Rio de Janeiro.

Online:

As informações de participação e acesso às atividades on-line serão enviadas aos inscritos.

Soberania Popular, Participação Política e Crise da Democracia – Online

13 AGO A 15 OUT – QUI – 14H/17H

Fórum Brasileiro de Estudos Avançados – FOBREAV

Instituto de Estudos Avançados Transdisciplinares da UFMG

APRESENTAM

A disciplina discute o conceito de soberania popular no contexto da crise contemporânea da democracia. Parte da noção de “dupla democratização”, proposta por David Held, segundo a qual a consolidação democrática depende, simultaneamente, de reformas no Estado e da reestruturação da sociedade civil.

A partir dessa perspectiva, a soberania popular é examinada como fundamento da legitimidade dos processos de tomada de decisão pelos cidadãos de determinado território. A disciplina aborda os desafios e as contradições desse princípio nas democracias contemporâneas, bem como o progressivo esvaziamento da legitimidade democrática em contextos de crise.

O curso contará com professores convidados em cada uma das aulas temáticas

Coordenação:

Leonardo Avritzer:

Leonardo Avritzer é um cientista político, escritor, pesquisador e professor universitário brasileiro. Considerado um dos maiores politólogos do Brasil na atualidade, graduou-se na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), procedendo ao doutorado na New School for Social Research, em Nova Iorque, e, posteriormente, ao pós-doutorado no Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT). Foi diretor da Associação Brasileira de Ciência Política (ABCP) e membro do conselho da International Political Science Association entre 2016 e 2018. Foi professor visitante na Universidade de São Paulo e na Tulane University, em Nova Orleans. Atualmente, é professor titular da UFMG, dirige a comissão de Ciência Política no conselho da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), além de pesquisador 1A do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Desde 2018, Avritzer coordena o Observatório das Eleições junto ao UOL. É autor de vários livros de reconhecida importância, entre os quais: Democracy and the Public Space in Latin America (2001), publicado pela Princeton University Press; Impasses da Democracia no Brasil (2016); O Constitucionalismo Democrático Latinoamericano em Debate (2017); The Two Faces of Institutional Innovation (2017); O Pêndulo da Democracia (2019); Política e Antipolítica (2020); Democracy under Attack (Springer, 2024) e Eleições 2022 e a reconstrução da democracia no Brasil (Autêntica, 2023).

Diego Matheus de Menezes:

Doutor em Ciências Sociais (2023) pela Universidade Federal da Bahia com período de mobilidade acadêmica no programa de Pós-Graduação em Política Social da Universidade de Brasília (UnB), é mestre (2015) e bacharel (2013) em Ciências Sociais pela Universidade Federal da Bahia. Cursou o Aperfeiçoamento em Teoria democrática, Políticas Públicas e Participação pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e a XX Escola Doutoral Avançada Fábrica de Ideias: A Nova Era dos Extremos – Novos populismos, novos extremismos e novos processos identitários (POSAFRO/UFBA, PPGCS/UNICAMP e PPGPP/UFMA). Membro dos grupos de pesquisa Projeto Democracia Participativa (PRODEP), Democracia, Participação e Representação Política (DEPARE) e do Observatório Internacional de Estudos em Democracia, Desigualdades e Ruralidades no Sul Global (OIDDER). Atualmente, é pesquisador da Cátedra Darcy Ribeiro no Instituto de Estudos Avançados Transdisciplinares da Universidade Federal de Minas Gerais (IEAT/UFMG) com Residência de Pós-Doutorado vinculada ao PPGCP/UFMG. Desenvolve pesquisas nas áreas de democracia, participação política, movimentos sociais, direito à cidade e políticas públicas e soberania.


Programa:

Bloco I — Soberania e soberania popular: conceitos e fundamentos

  • Aula 1 — 13/08 – Apresentação da disciplina e soberania e democracia: fundamentos teóricos;
  • Aula 2 — 20/08 – Soberania popular e complexidade social: tensões, limites e possibilidades.

Bloco II — Crise da democracia: principais questões

  • Aula 3 — 27/08 – As crises contemporâneas da democracia;
  • Aula 4 — 03/09 – Crise da democracia e desigualdades;
  • Aula 5 — 10/09 – Universidades latino-americanas, soberania regional e crise da democracia.

Bloco III — Desinformação e soberania digital

  • Aula 6 — 17/09 – Soberania digital e crise da democracia;
  • Aula 7 — 24/09 – Desinformação, inteligência artificial e crise da democracia.

Bloco IV — Desafios para a soberania popular na crise da democracia

  • Aula 8 — 01/10 – Protestos e crise da democracia;
  • Aula 9 — 08/10 – Instituições participativas no Brasil em contextos de retração e recuperação democrática.

Encerramento

  • Aula 10 — 15/10 – Síntese dos debates e articulação dos principais temas abordados na disciplina

Informações do curso:

Vagas:

  • 100 vagas, sendo 70 destinadas a estudantes de graduação e 30 a estudantes de pós-graduação.
  • Interessados em participar como ouvintes de aulas palestras especificas são bem vindos.

Período e carga horária:

  • De 13/08 a 15/10/2026, às quintas-feiras, das 14h às 17h. Carga horária total de 30 horas, correspondente a 2 créditos.
  • As aulas serão realizadas pela plataforma Zoom.

Avaliação:

  • A avaliação será composta por atividade no Moodle, com valor de 30 pontos; relatórios, resenhas e/ou outras atividades, com valor de 30 pontos; e prova final dissertativa e/ou de múltipla escolha, com valor de 40 pontos.

Certificação:

  • A disciplina não integraliza atividades de extensão.
  • Participantes externos à UFMG deverão consultar seus respectivos programas de pós-graduação sobre as condições e os procedimentos para aproveitamento ou validação acadêmica da disciplina.

Ementa completa:


Online:

Informações de participação e transmissão on-line serão enviadas aos inscritos.